Quanto mais conheço os humanos brasileiros político-pseudo-intelectuais, mais admiro as baratas que vivem de forma clandestina na minha casa.
Primeiro: Parabéns ao Tiririca. Deputado Federal eleito limpamente pelo Estado de São Paulo.
Bem, o Tiririca está sendo criticado pela “twittosfera” conservadora por supostamente eleger o Valdemar Costa Neto.
O problema do Tiririca é que é coligado ao PT.
Se o Tiririca fosse coligado ao PSDB, os petistas diriam que o Tiririca elegeu o Fulano de Tal, desprovido de votos ou com alguma macha na carreira.
Ou seja, a questão não é o Tiririca, mas as conseqüências do efeito Tiririca. Dependendo do lado que Tiririca está, ele é bom ou ruim.
Qual o nome disso. Hipocrisia?
Outra é esse papo de alternância de poder.
A Alternância de poder não é algo obrigatório, é facultativo. É um direito do eleitor, não um dever. Se fosse um dever, o PSDB seria proibido de lançar candidato em 2002 e o PT seria proibido de lançar em 2010.
Logo, os papinhos da suposta necessidade de alternância de poder são igualmente hipócritas, pois só prosperam em virtude de estar ou não no poder.
Por fim, muitos que criticam o Tiririca acham corretíssimo que o Brasil, bi-campeão mundial e vice olímpico de vôlei entregasse o jogo contra a Bulgária. Ou seja, a ética é algo fluído. Para os meus amigos, vale tudo, para os meus inimigos, vale nada.
Um abraço do tosco
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
O Brasil refém das Igrejas e da vitória a qualquer preço – questão do aborto
Foi com muita tristeza quando soube que a candidata Dilma Roussef declarou ser contra o aborto sem informar que isso seria irrelevante na sua presidência ( o que dá a entender que adotará o que for possível para não haver aborto) para obter uns apoios religiosos e tentar fechar a eleição no 1° turno.
As pessoas têm opinião sobre o tema, o que não quer dizer que sendo presidente, precisem adotar essa visão. Se assim fosse, não haveria aborto em países católicos e há em alguns deles.
Para governar é necessário apoios, mas isso funciona até certo ponto. Daí, não há jeito, vence a maioria.
Primeiramente, cabe destacar, sou contrário ao aborto. Admito-o em fase embrionária, ou seja, até 8 semanas antes da formação fetal, aproximando meu pensamento ao de Aristóteles, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, pois entendo que um embrião não tem alma, mas o feto sim.
Mas se eu fosse o Presidente da República não vetaria se o parlamento aprovasse um plebiscito sobre o tema e não vetaria uma lei sobre aborto embrionário. Admito que teria dificuldades de sancionar uma lei prevendo aborto fetal.
Em 1962, houve a aprovação do Estatuto da mulher casada. Essa lei mudava a capacidade jurídica da mulher, de análoga do menor de 16 a 18 para igual ao homem.
Essa lei foi sancionada pelo “comunista” João Goulart.
O divórcio, apesar dos esforços do Sen. Nelson Carneiro, só foi aprovado graças ao presidente Ernesto Geisel, único presidente protestante do Brasil. Sem Geisel, talvez o divórcio fosse aprovado no Brasil nos anos 90.
Mesmo sendo eleito graças ao besta do Aznar, o Zapatero (presidente do governo espanhol) aprovou o aborto e o casamento homossexual. José Sócrates fez o mesmo em Portugal ( país mais católico que o Brasil).
A partir do momento que um candidato diz de forma implícita que não aceitará o aborto no Brasil, qualquer proposição no Congresso é inútil. Não adianta fazer lista de deputados contra o aborto se o presidente é contra esse tema.
Ou seja, é provável que tenhamos 24 anos de governos do PT (8 do Lula, 8 de Dilma e 8 de Lula) e isso nunca será sequer discutido de verdade, por apoios em eleição de religiosos? E lei da união civil homossexual então? Será que essa questão terá de ser resolvida antidemocraticamente por juízes que se acham superiores aos homens comuns?
A escravidão nos Estados Unidos terminou numa guerra. A escravidão no Brasil só acabou porque caiu de maduro ( e o Império pagou o pato). E Ruy Barbosa ainda teve que queimar os registros senão o Brasil teria de pagar indenizações aos escravistas.
É importante agregar para poder governar, isso é fato, mas até que ponto isso vale a pena? Até que ponto vale a pena criar um governo Frankenstein? Reforma política, por exemplo, não sai do lugar há mais de 10 anos. Aí, reclamam dos Enéas, Clodovis e Tiriricas...
Isso não mudará meu voto em Dilma Roussef, mas sinceramente fiquei muito decepcionado.
Depois, quando um presidente da República de outro partido encarar o tema e vencer, não adiantará chorar, afinal, Geisel é quem aprovou o divórcio no Brasil.
Um abraço do tosco
As pessoas têm opinião sobre o tema, o que não quer dizer que sendo presidente, precisem adotar essa visão. Se assim fosse, não haveria aborto em países católicos e há em alguns deles.
Para governar é necessário apoios, mas isso funciona até certo ponto. Daí, não há jeito, vence a maioria.
Primeiramente, cabe destacar, sou contrário ao aborto. Admito-o em fase embrionária, ou seja, até 8 semanas antes da formação fetal, aproximando meu pensamento ao de Aristóteles, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, pois entendo que um embrião não tem alma, mas o feto sim.
Mas se eu fosse o Presidente da República não vetaria se o parlamento aprovasse um plebiscito sobre o tema e não vetaria uma lei sobre aborto embrionário. Admito que teria dificuldades de sancionar uma lei prevendo aborto fetal.
Em 1962, houve a aprovação do Estatuto da mulher casada. Essa lei mudava a capacidade jurídica da mulher, de análoga do menor de 16 a 18 para igual ao homem.
Essa lei foi sancionada pelo “comunista” João Goulart.
O divórcio, apesar dos esforços do Sen. Nelson Carneiro, só foi aprovado graças ao presidente Ernesto Geisel, único presidente protestante do Brasil. Sem Geisel, talvez o divórcio fosse aprovado no Brasil nos anos 90.
Mesmo sendo eleito graças ao besta do Aznar, o Zapatero (presidente do governo espanhol) aprovou o aborto e o casamento homossexual. José Sócrates fez o mesmo em Portugal ( país mais católico que o Brasil).
A partir do momento que um candidato diz de forma implícita que não aceitará o aborto no Brasil, qualquer proposição no Congresso é inútil. Não adianta fazer lista de deputados contra o aborto se o presidente é contra esse tema.
Ou seja, é provável que tenhamos 24 anos de governos do PT (8 do Lula, 8 de Dilma e 8 de Lula) e isso nunca será sequer discutido de verdade, por apoios em eleição de religiosos? E lei da união civil homossexual então? Será que essa questão terá de ser resolvida antidemocraticamente por juízes que se acham superiores aos homens comuns?
A escravidão nos Estados Unidos terminou numa guerra. A escravidão no Brasil só acabou porque caiu de maduro ( e o Império pagou o pato). E Ruy Barbosa ainda teve que queimar os registros senão o Brasil teria de pagar indenizações aos escravistas.
É importante agregar para poder governar, isso é fato, mas até que ponto isso vale a pena? Até que ponto vale a pena criar um governo Frankenstein? Reforma política, por exemplo, não sai do lugar há mais de 10 anos. Aí, reclamam dos Enéas, Clodovis e Tiriricas...
Isso não mudará meu voto em Dilma Roussef, mas sinceramente fiquei muito decepcionado.
Depois, quando um presidente da República de outro partido encarar o tema e vencer, não adiantará chorar, afinal, Geisel é quem aprovou o divórcio no Brasil.
Um abraço do tosco
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Violação de sigilo fiscal no dos outros é refresco.
O Brasil precisa decidir qual o caminho seguir: ou realmente respeita os direitos garantidos pela Constituição ou faz que nem o Terra Samba que libera geral.
O que não pode é haver um “ sistema” que transforma violações de sigilo fiscal de certas pessoas como barbárie ou ameaça à democracia e de outras como meios para a “limpeza” do Brasil.
Explica-se: Em 2005, com o escândalo do Mensalão, a verdadeira face de José Dirceu foi exposta, mas o achincalhe foi demais. De uma hora para outra, todos os dados fiscais dos envolvidos foram expostos na televisão de forma CRIMINOSA.
Se os dados mostravam alguma ilegalidade fiscal, o lugar para se mostrar isso não é o Jornal Nacional ou a Folha de São Paulo. Ou será que se houvesse a descoberta de um grande crime fiscal cometido pela filha do Sr. Burns, estas mídias publicariam da mesma forma que publicaram o de José Dirceu ou adotariam outro comportamento?
Os famosos “dossiês” de Antônio Carlos Magalhães eram isso, crimes de violação de sigilos, mas que eram ignorados pelo “crime” que o lesado cometia.
O que quero dizer com isso é que a lei tem de ser igual a todos. Verônica Serra não é melhor que José Dirceu, nem pior.
Só quando houver um país que se respeita a todos, é que acreditarei que a violação do sigilo de Verônica Serra é um crime tão grave que a mídia diz que é.
Até lá, não acho o crime tão grave.
Um beijo do tosco.
O que não pode é haver um “ sistema” que transforma violações de sigilo fiscal de certas pessoas como barbárie ou ameaça à democracia e de outras como meios para a “limpeza” do Brasil.
Explica-se: Em 2005, com o escândalo do Mensalão, a verdadeira face de José Dirceu foi exposta, mas o achincalhe foi demais. De uma hora para outra, todos os dados fiscais dos envolvidos foram expostos na televisão de forma CRIMINOSA.
Se os dados mostravam alguma ilegalidade fiscal, o lugar para se mostrar isso não é o Jornal Nacional ou a Folha de São Paulo. Ou será que se houvesse a descoberta de um grande crime fiscal cometido pela filha do Sr. Burns, estas mídias publicariam da mesma forma que publicaram o de José Dirceu ou adotariam outro comportamento?
Os famosos “dossiês” de Antônio Carlos Magalhães eram isso, crimes de violação de sigilos, mas que eram ignorados pelo “crime” que o lesado cometia.
O que quero dizer com isso é que a lei tem de ser igual a todos. Verônica Serra não é melhor que José Dirceu, nem pior.
Só quando houver um país que se respeita a todos, é que acreditarei que a violação do sigilo de Verônica Serra é um crime tão grave que a mídia diz que é.
Até lá, não acho o crime tão grave.
Um beijo do tosco.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Torcedor, o idiota
Ano passado, o CR Flamengo estava na mesma situação que se encontrava atualmente.
A diferença é que o clube tinha jogadores de ataque decentes como Adriano e Zé Roberto.
Nesta situação, Andrade entrou no lugar do treinador Cuca. Cuca que tinha sido campeão estadual.
Meses depois Andrade levava o Flamengo ao título nacional que ninguém esperava.
Na Europa, o Andrade seria respeitado. Algo como um Guardiola, do Barcelona.
No Brasil, o Andrade passou de `gênio` para inexperiente. Com a pressão da torcida, ele cai, o Flamengo foi eliminado na Libertadores e agora capenga novamente com o treinador que o substituiu, Rogério Quico.
Agora, o Quico cai e quem os torcedores que há 3 meses pediam a cabeça de Andrade querem? O mesmo Andrade.
O Zico e a Patrícia Amorim, a ´revolução´ dos cartolas, são tão iguais aos outros cartolas. Basta um jornalzinho de merda fazer pressão para essa pressão se tornar irresistível.
Depois as pessoas não entendem porque defendo o Eurico Miranda.
O torcedor é idiota, só vê o presente, é imediatista. Se o torcedor pensasse um pouco... Mas pensar cansa, ainda mais no futebol, antro de gente imbecil como jornalistas, por exemplo.
Um beijo do tosco.
A diferença é que o clube tinha jogadores de ataque decentes como Adriano e Zé Roberto.
Nesta situação, Andrade entrou no lugar do treinador Cuca. Cuca que tinha sido campeão estadual.
Meses depois Andrade levava o Flamengo ao título nacional que ninguém esperava.
Na Europa, o Andrade seria respeitado. Algo como um Guardiola, do Barcelona.
No Brasil, o Andrade passou de `gênio` para inexperiente. Com a pressão da torcida, ele cai, o Flamengo foi eliminado na Libertadores e agora capenga novamente com o treinador que o substituiu, Rogério Quico.
Agora, o Quico cai e quem os torcedores que há 3 meses pediam a cabeça de Andrade querem? O mesmo Andrade.
O Zico e a Patrícia Amorim, a ´revolução´ dos cartolas, são tão iguais aos outros cartolas. Basta um jornalzinho de merda fazer pressão para essa pressão se tornar irresistível.
Depois as pessoas não entendem porque defendo o Eurico Miranda.
O torcedor é idiota, só vê o presente, é imediatista. Se o torcedor pensasse um pouco... Mas pensar cansa, ainda mais no futebol, antro de gente imbecil como jornalistas, por exemplo.
Um beijo do tosco.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
O protesto dos humoristas e a figura nefasta de Marcelo Madureira
Talvez a ideia do protesto dos humoristas ontem dia 22-8 em Copacabana haja sido de boa intenção, mas o inferno está cheio de gente com boas intenções.
A ideia do protesto foi de Fabio Porchat, um sujeito jovem, de boas intenções, mas com o mesmo mal da classe média vagabundesca carioca da Zona Sul pós ditadura militar: preguiça de aprender e achar que conhece tudo só porque mora na zona sul do Rio de Janeiro.
Mas quem eu vejo na frente das fotos sobre o evento: A figura nefasta de Marcelo Madureira.
Esse sujeito é um idiota que deu certo. Um ignorante intelectual que teve a sorte de se juntar com um grupo que continha humoristas geniais como Reinaldo, Hubert e Beto Silva.
Passei a ter raiva deste estrume humano numa reportagem que fez em Pyongyang na Coréia do Norte. Tentando fazer comédia numa ditadura da pior estirpe. Tentando tirar sarro de um povo sofrido que sofre, num regime que viola os direitos humanos mais básicos. Se comédia é caçoar um povo sofrido desses, não quer rir nunca mais.
Mas Marcelo Madureira resolveu ser o humorista de uma classe política. Esse é o direito dele, desde que mostre isso publicamente e não nas entrelinhas, como seu patrão, a Rede Globo sempre fez.
Ou seja, Marcelo Madureira é tão canalha que resolveu “tomar” o movimento com aquela cara feia dele que dá ânsia de vômito só em ver. Tentando ser um líder entre os humoristas, como se alguém lhe tivesse investido com tais poderes. Pelo passado e pela grana e poder que tem é aceito e não contestado.
Na “ditadura” israelense há programas de humor “conservadores” que sacanearam inclusive o presidente Lula. Que tal o Marcelo Madureira e seus asseclas que milionários não criam um programa de humor deste porte?
Sabem, apesar de tudo, admirei a Regina Duarte num ponto: Teve a coragem de ir à TV e falar o que pensava. Se fudeu? Sim, mas talvez durma feliz pois defende seus pontos de vista.
A lei eleitoral, foi sancionada por FHC, o messias do conservadorismo brasileiro. Porque até a atual eleição isso não incomodou?
Será que o Marcelo Madureira aceitaria de ver seu candidato José Serra ser ridicularizado em plena campanha eleitoral em face da semelhança claro do mesmo com Sr. Burns dos Simpsons, “el diablo com dinero”, com “corazón de perro”?
Um beijo do tosco.
A ideia do protesto foi de Fabio Porchat, um sujeito jovem, de boas intenções, mas com o mesmo mal da classe média vagabundesca carioca da Zona Sul pós ditadura militar: preguiça de aprender e achar que conhece tudo só porque mora na zona sul do Rio de Janeiro.
Mas quem eu vejo na frente das fotos sobre o evento: A figura nefasta de Marcelo Madureira.
Esse sujeito é um idiota que deu certo. Um ignorante intelectual que teve a sorte de se juntar com um grupo que continha humoristas geniais como Reinaldo, Hubert e Beto Silva.
Passei a ter raiva deste estrume humano numa reportagem que fez em Pyongyang na Coréia do Norte. Tentando fazer comédia numa ditadura da pior estirpe. Tentando tirar sarro de um povo sofrido que sofre, num regime que viola os direitos humanos mais básicos. Se comédia é caçoar um povo sofrido desses, não quer rir nunca mais.
Mas Marcelo Madureira resolveu ser o humorista de uma classe política. Esse é o direito dele, desde que mostre isso publicamente e não nas entrelinhas, como seu patrão, a Rede Globo sempre fez.
Ou seja, Marcelo Madureira é tão canalha que resolveu “tomar” o movimento com aquela cara feia dele que dá ânsia de vômito só em ver. Tentando ser um líder entre os humoristas, como se alguém lhe tivesse investido com tais poderes. Pelo passado e pela grana e poder que tem é aceito e não contestado.
Na “ditadura” israelense há programas de humor “conservadores” que sacanearam inclusive o presidente Lula. Que tal o Marcelo Madureira e seus asseclas que milionários não criam um programa de humor deste porte?
Sabem, apesar de tudo, admirei a Regina Duarte num ponto: Teve a coragem de ir à TV e falar o que pensava. Se fudeu? Sim, mas talvez durma feliz pois defende seus pontos de vista.
A lei eleitoral, foi sancionada por FHC, o messias do conservadorismo brasileiro. Porque até a atual eleição isso não incomodou?
Será que o Marcelo Madureira aceitaria de ver seu candidato José Serra ser ridicularizado em plena campanha eleitoral em face da semelhança claro do mesmo com Sr. Burns dos Simpsons, “el diablo com dinero”, com “corazón de perro”?
Um beijo do tosco.
domingo, 22 de agosto de 2010
Política se move com os fatos.
Ontem tivemos o desmascaramento da política mentirosa de Sérgio Cabral. A cidade pacificada que vendeu caiu nas imagens dos 30 bandidos armados até os dentes perto de um caminhão de lixo em São Conrado.
Mas a questão não é essa: é que apareceram pessoas que "criticam" a utilização política disso.
Ora, o mundo se move de fatos. E os fatos mudam o direito e a política. Quem critica é porque apoia esse desgoverno e se lixa para o Rio de Janeiro, pois tudo é justificável no Rio, desde que isso não prejudique uma campanha nacional, em especial de Dilma Rouseff, futura presidenta do Brasil, que não precisa desse tipo de "ajuda".
Primeiro, Lula massacrou no Rio de Janeiro mesmo sem governador, tanto em 2002 como em 2006. (Pior, com o desgoverno Benedita da Silva em 2002, que foi tão bom que não pagou o 13º salário. Por sinal, o bonzão que não pagou o 13º salário dos servidores é um dos homens fortes do Vasco - ou seja- experiência em não pagar salários).
Mas assim como o César Maia se beneficiou do arrastão de 1992 para se eleger prefeito, a Luísa Erundina usou a invasão do exército da CSN em 1988 para se eleger prefeita de São Paulo. Assim como Moreira Franco usou o Cruzado para vencer Darcy Ribeiro em 1986 e como FHC usou o sucesso do real para vencer em 1994.
Mas ninguém se beneficiou tanto disso como o premier da Espanha Zapatero. Em 11 de março de 2003, Zapatero estava a 4 dias de sumir do cenário político. Os atentados desse dia e com o erro do Aznar em culpar o ETA ao invés da Al Qaeda, fizeram-no presidente do conselho de ministros do Reino da Espanha.
Mesmo sendo eleito por isso, não se furtou a adotar políticas polêmicas como questões da Guerra Civil Espanhola e a legalização do aborto e o casamento homossexual. Sem o 11-M, a Espanha seria muito diferente. A política é isso. Burro é quem não usa isso ao seu favor ou finge ter escrúpulos sobre isso.
O próprio Lula em 1994 tentou usar o "caso Ricúpero". Lembro-me da felicidade de uma pessoa ligada ao PT que chegou em mim e disse: "Ganhamos a eleição". Mas a mídia soube abafar e tivemos que aturar FHC por 8 anos. Assim como a mídia abafará o caso e Cabral vencerá sem problemas no Estado do Rio de Janeiro.
Por que Fernando Gabeira não pode utilizar isso em seu favor? Somente candidatos da "esquerda" podem? Gabeira tem o mesmo direito que Erundina, Zapatero, Lula, Moreira Franco, Cesar Maia ou FHC tiveram e ele não é um canalha por causa disso. Assim como os supra citados não são canalhas por isso. Talvez por outras coisas...
Um beijo do tosco!
Mas a questão não é essa: é que apareceram pessoas que "criticam" a utilização política disso.
Ora, o mundo se move de fatos. E os fatos mudam o direito e a política. Quem critica é porque apoia esse desgoverno e se lixa para o Rio de Janeiro, pois tudo é justificável no Rio, desde que isso não prejudique uma campanha nacional, em especial de Dilma Rouseff, futura presidenta do Brasil, que não precisa desse tipo de "ajuda".
Primeiro, Lula massacrou no Rio de Janeiro mesmo sem governador, tanto em 2002 como em 2006. (Pior, com o desgoverno Benedita da Silva em 2002, que foi tão bom que não pagou o 13º salário. Por sinal, o bonzão que não pagou o 13º salário dos servidores é um dos homens fortes do Vasco - ou seja- experiência em não pagar salários).
Mas assim como o César Maia se beneficiou do arrastão de 1992 para se eleger prefeito, a Luísa Erundina usou a invasão do exército da CSN em 1988 para se eleger prefeita de São Paulo. Assim como Moreira Franco usou o Cruzado para vencer Darcy Ribeiro em 1986 e como FHC usou o sucesso do real para vencer em 1994.
Mas ninguém se beneficiou tanto disso como o premier da Espanha Zapatero. Em 11 de março de 2003, Zapatero estava a 4 dias de sumir do cenário político. Os atentados desse dia e com o erro do Aznar em culpar o ETA ao invés da Al Qaeda, fizeram-no presidente do conselho de ministros do Reino da Espanha.
Mesmo sendo eleito por isso, não se furtou a adotar políticas polêmicas como questões da Guerra Civil Espanhola e a legalização do aborto e o casamento homossexual. Sem o 11-M, a Espanha seria muito diferente. A política é isso. Burro é quem não usa isso ao seu favor ou finge ter escrúpulos sobre isso.
O próprio Lula em 1994 tentou usar o "caso Ricúpero". Lembro-me da felicidade de uma pessoa ligada ao PT que chegou em mim e disse: "Ganhamos a eleição". Mas a mídia soube abafar e tivemos que aturar FHC por 8 anos. Assim como a mídia abafará o caso e Cabral vencerá sem problemas no Estado do Rio de Janeiro.
Por que Fernando Gabeira não pode utilizar isso em seu favor? Somente candidatos da "esquerda" podem? Gabeira tem o mesmo direito que Erundina, Zapatero, Lula, Moreira Franco, Cesar Maia ou FHC tiveram e ele não é um canalha por causa disso. Assim como os supra citados não são canalhas por isso. Talvez por outras coisas...
Um beijo do tosco!
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